Quando usar um recibo de pagamento
Sempre que alguém te pagar e quiser uma comprovação: venda de um objeto usado, empréstimo devolvido, parcela de um acordo, mensalidade de aulas particulares. O recibo protege os dois lados, porque registra que aquele valor foi pago e a que se refere.
O que não pode faltar
Um recibo de pagamento bem feito responde a cinco perguntas sem deixar margem para interpretação:
- Quem pagou (nome e, se possível, CPF ou CNPJ).
- Quanto foi pago, em número e por extenso.
- Referente a quê: descreva o motivo do pagamento.
- Como foi pago: Pix, dinheiro, cartão, transferência ou boleto.
- Quando e onde, com a assinatura de quem recebeu.
Pagamento parcial ou quitação total
Se o pagamento é uma parcela, deixe isso claro na descrição, por exemplo "parcela 2 de 5". Se o recibo encerra a dívida, escreva "quitação total" nas observações. Pelo Código Civil, a quitação regular dá ao devedor o direito de comprovar que pagou, por isso o texto precisa ser preciso.
Recibo não substitui nota fiscal. Se o seu cliente precisa de nota (por exemplo, uma empresa que vai lançar a despesa na contabilidade), emita a nota pelo sistema da sua prefeitura ou como MEI no portal do Emissor Nacional.
Perguntas frequentes
Recibo de pagamento precisa de firma reconhecida?
Na maioria das situações do dia a dia, não. A assinatura de quem recebeu já vale. Em negócios de valor alto, reconhecer firma em cartório dá mais segurança.
Por que escrever o valor por extenso?
O valor por extenso evita rasuras e confusão com vírgulas e pontos. A Notinha preenche o extenso sozinha a partir do valor numérico.
Posso emitir recibo de um pagamento feito por Pix?
Pode. Escolha Pix como forma de pagamento. O comprovante do banco e o recibo se complementam.
Pessoa física pode emitir recibo?
Sim. Qualquer pessoa que recebeu um valor pode emitir recibo, com o CPF no lugar do CNPJ.